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Diesel não baixa e a conta segue para o consumidor

Redução anunciada não chega aos postos e levanta suspeitas sobre o mercado
Redação

A prometida redução no preço do diesel, ao que tudo indica, ficou mais no discurso do que na bomba. Segundo o presidente do Sindipostos Piauí, Guilherme Parente, as medidas adotadas para baratear o combustível ainda não chegaram às distribuidoras e, consequentemente, seguem longe do consumidor.

Foto: ReproduçãoPosto de combustível
Posto de combustível

Na teoria, houve zeragem de tributos federais, incentivos ao diesel importado e até discussões sobre o ICMS. Na prática, o preço continua praticamente o mesmo o que levanta um questionamento inevitável: onde foi parar essa redução?

Foto: ReproduçãoGuilherme Parente
Guilherme Parente

De acordo com o representante do setor, a queda esperada simplesmente não apareceu. E quando não aparece na distribuidora, curiosamente também não aparece no posto. Coincidência ou não, quem continua pagando a conta é o consumidor.

Diante desse cenário, cresce a necessidade de fiscalização mais rigorosa sobre distribuidoras e postos de combustíveis. Órgãos como Procon, Ministério Público e demais entidades de defesa do consumidor precisam atuar com firmeza diante de possíveis práticas abusivas e indícios de crime contra a ordem econômica.

O diesel tem impacto direto no custo de vida, no transporte e na inflação. Quando o preço não baixa, mesmo com medidas adotadas, o prejuízo é coletivo e a explicação precisa deixar de ser genérica.

Enquanto isso, o consumidor segue esperando algo simples: que a redução anunciada, de fato, exista.

Fonte: Revista40graus, mídias, redes sociais e colaboradores

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