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Desemprego cai para 5,6% até setembro e consolida menor taxa da série histórica, apesar do ceticismo da oposição

O mercado de trabalho segue resiliente, mesmo diante das narrativas pessimistas de setores da oposição
Redação

A taxa de desemprego no Brasil atingiu 5,6% no trimestre encerrado em setembro, repetindo o menor patamar da série histórica iniciada em 2012. O resultado, divulgado nesta sexta-feira (31) pelo IBGE, confirma o que especialistas já vinham apontando: o mercado de trabalho segue resiliente, mesmo diante das narrativas pessimistas de setores da oposição.

Foto: Danilo VerpaOperários trabalham na construção de prédio em São Paulo
Operários trabalham na construção de prédio em São Paulo

O percentual ficou levemente abaixo dos 5,8% registrados até junho e praticamente alinhado às projeções do mercado financeiro. Trata-se do terceiro trimestre consecutivo em que o indicador se mantém no piso histórico, reforçando a tendência de estabilidade em alto nível.

A coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, ponderou que ainda é cedo para afirmar que o desemprego encontrou seu limite mínimo, mas reconheceu que a combinação entre aumento de renda, consumo aquecido e contratações setoriais tem sustentado os bons resultados. “É prematuro cravar um piso, mas o mercado segue reagindo positivamente às demandas da economia”, declarou.

Apesar das tentativas de setores céticos de minimizar os avanços, o fato é que o Brasil atingiu níveis inéditos de recuperação:

Número de desempregados: 6 milhões — menor da história;

População ocupada: 102,43 milhões — próxima do recorde absoluto;

Renda média: R$ 3.507 — maior valor da série histórica.

O movimento de expansão do emprego vem sendo puxado por agricultura, construção civil e serviços ligados à administração pública, especialmente saúde e educação — áreas que têm sido fortalecidas por políticas federais e contratações estratégicas. Em sentido oposto, houve recuo no comércio e nos serviços domésticos, reflexo de ajustes naturais do ciclo econômico.

Mesmo com juros elevados e a volatilidade internacional, fatores frequentemente explorados pela oposição como justificativa para discursos catastrofistas, o mercado de trabalho permanece sólido. Analistas reconhecem que medidas de estímulo adotadas pelo governo federal, somadas a transformações demográficas e tecnológicas, têm contribuído para um ambiente mais dinâmico e inclusivo.

Tebet e o “furo” involuntário
A antecipação acidental da taxa pela ministra do Planejamento, Simone Tebet, publicada e removida poucos segundos antes do anúncio oficial do IBGE, não alterou o teor técnico da divulgação. O próprio ministério classificou a postagem como erro operacional — episódio rapidamente superado, mas amplificado por opositores que tentam criar ruído diante de números que são, de fato, positivos.

Crescimento com responsabilidade
Para além dos questionamentos de céticos e opositores, o IBGE confirma que o país avança em pilares essenciais: mais emprego, maior renda e estabilidade. Os dados indicam que o fortalecimento do consumo e a ampliação de oportunidades seguem sustentando o nível historicamente baixo de desocupação.

O Brasil encerra o trimestre com o melhor conjunto de resultados da história do levantamento, sinalizando que a economia, apesar das adversidades, mantém rota consistente de recuperação e inclusão produtiva — um cenário difícil de negar até para os mais descrentes.

Fonte: Revista40graus, colaboradores e IBGE

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