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Suspeito de ataque a velório morre após tiros na zona Norte de Teresina

Polícia aponta ligação com facção criminosa e investiga disputa entre grupos rivais
Redação

A noite de quinta feira em Teresina teve mais um capítulo da velha disputa entre facções criminosas, um tipo de confronto em que, curiosamente, ninguém parece ter lido o Código Penal até o fim. O resultado foi a morte de um homem identificado como Anderson Barroso da Silva, de 30 anos, na Vila Mocambinho I, zona Norte da capital.

Foto: ReproduçãoAnderson Barroso da Silva
Anderson Barroso da Silva

De acordo com informações do 9º Batalhão da Polícia Militar, a vítima foi abordada por suspeitos que chegaram em um veículo branco. Os ocupantes efetuaram vários disparos de arma de fogo e fugiram logo em seguida, deixando para trás mais um caso que agora entra oficialmente no radar das investigações policiais.

Anderson Barroso ainda chegou a ser socorrido e levado ao Hospital do Mocambinho, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.

Segundo o comandante do Policiamento Metropolitano, coronel Pitombeira, a vítima era apontada como liderança de facção criminosa na região e possuía diversas passagens pela polícia. Entre as suspeitas atribuídas a ele está a participação na articulação de um episódio que chocou moradores da zona Norte, quando criminosos invadiram um velório na Vila Cristalina, dispararam contra o caixão e atearam fogo.

Ainda conforme a Polícia Militar, a motivação do homicídio estaria ligada à disputa entre grupos criminosos rivais que atuam na região. O episódio é tratado pelas autoridades como mais um reflexo da guerra entre facções, cenário que, como sempre, termina com novas investigações e com o reforço do trabalho das forças de segurança para responsabilizar os envolvidos.

Foto: Polícia MilitarPolícia na Vila Mocambinho I, zona Norte de Teresina onde ocorreu o assassinato de Anderson
Polícia na Vila Mocambinho I, zona Norte de Teresina onde ocorreu o assassinato de Anderson

Enquanto isso, a Justiça segue com sua função de sempre, lembrar que o estado de direito não reconhece facção, revanche ou território paralelo, apenas crimes que precisam ser investigados e punidos dentro da lei. 

Fonte: Revista40graus, Polícia Militar, mídias, redes sociais e colaboradores

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