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Câmara dos Deputados aprova acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia

Tratado prevê eliminação gradual de tarifas de importação cobradas sobre produtos estrangeiros, bens agrícolas e industriais
Redação
Foto: Reprodução | Foto: Cleia Viana/Câmara dos DeputadosPlenário na Câmara dos Deputados
Plenário na Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (25), o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que cria o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. O texto segue, agora, para a análise do Senado.

O relator do texto na Câmara, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), afirmou que a assinatura do tratado “mostra a solidez de nossa economia e o avanço de nossa força produtiva”.

“Trata-se de continuar e aprofundar uma política de Estado que procura posicionar nosso país no centro dinâmico das grandes transformações econômicas mundiais, com sólida integração às cadeias globais de valor”, disse.

Ainda nesta tarde, o deputado republicano se reuniu com o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para tratar da votação.

De acordo com o vice-presidente, o pacto se consolida como “o maior acordo entre blocos do mundo”.

“São 720 milhões de pessoas, 22 trilhões de dólares. E sempre há uma preocupação de alguns setores. Então, nós estamos encaminhando a proposta para passar ainda por outros ministérios do decreto de salvaguardas. Tem um capítulo nos acordos sobre salvaguarda, mas ela precisa ser regulamentada”, informou.

O acordo Mercosul-UE

O texto foi aprovado, nesta terça-feira (24), pela Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul).

O acordo envolve Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia e mais 27 países-membros da União Europeia.

A expectativa é que ocorra a eliminação gradual de tarifas de importação cobradas sobre produtos estrangeiros, bens agrícolas e industriais.

O tratado precisa ser aprovado, de maneira interna, por cada país do Mercosul, de acordo com seus próprios ritos legislativos. Somente após a ratificação ele entrará totalmente em vigor.

Fonte: Reprodução | g1 | Metrópoles | Folha de S. Paulo

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