Revista 40 Graus

Notícias

Blogs

Outros Canais

Receita desmente fake news sobre Pix e alerta para crime de desinformação

Órgão reforça que não rastreia transações e critica conteúdos que geram insegurança
Redação

A Receita Federal do Brasil desmentiu informações falsas que circulam nas redes sociais sobre suposta fiscalização de transações via Pix. Publicações enganosas afirmavam que contribuintes estariam sendo monitorados e notificados com base em movimentações financeiras, o que não procede.

Foto: Agencia BrasilReceita Federal volta a exigir e-Financeira de fintechs após operações contra crime organizado
Receita Federal volta a exigir e-Financeira de fintechs após operações contra crime organizado

Em nota oficial, o órgão esclareceu que não realiza rastreamento de transações individuais nem envia notificações com base exclusiva em movimentações via Pix. Também foi negada a existência de sistemas citados nas mensagens, como “Harpia” e “T-Rex”, que não fazem parte de qualquer estrutura da instituição.

A Receita destacou ainda que movimentação financeira não pode ser confundida com renda ou lucro, não sendo utilizada de forma isolada como critério para fiscalização ou cobrança de tributos. Além disso, o órgão não recebe dados detalhados sobre operações individuais nem identifica o meio de pagamento utilizado pelos contribuintes.

O episódio evidencia os riscos da disseminação de desinformação, prática que pode configurar crime e causar impactos reais, como insegurança na população e abertura de espaço para golpes. Notícias falsas, muitas vezes produzidas ou compartilhadas sem verificação, acabam distorcendo a atuação de instituições públicas e prejudicando a confiança social.

A Receita Federal reforça que informações sobre tributos, fiscalização e uso de ferramentas financeiras devem ser buscadas em canais oficiais. A orientação é clara: antes de compartilhar conteúdos, é fundamental verificar a veracidade, evitando contribuir para a propagação de fake news que, além de enganar, podem servir a interesses ilícitos.

Fonte: Revista40graus, Receita Federal, mídias, redes sociais e colaboradores

Comente