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Justiça do Piauí decidiu que já é hora de dar aquela olhadinha básica nos celulares dos suspeitos da Operação Macondo

Caso segue sendo investigado
Redação

A Justiça do Piauí decidiu que já é hora de dar aquela olhadinha básica nos celulares dos suspeitos da Operação Macondo — afinal, quem pratica agiotagem com juros de mais de 30% ao mês certamente não deve ter nada a esconder, né?

Foto: SSP-PIOperação Macondo
Operação Macondo

Os aparelhos, claro, já foram enviados para extração. Processo lento? Técnico? Imagino que sim — principalmente com tanta “criatividade financeira” envolvida. O grupo, que mais parecia uma franquia informal de terror psicológico, atuava em várias cidades do estado, oferecendo empréstimos impossíveis de pagar e depois cobrando como se fosse uma mistura de contador, cobrador e vilão de novela.

Foram 15 presos, 18 buscas e R$ 5 milhões bloqueados. O dinheiro vinha da Colômbia, os cobradores eram colombianos e venezuelanos, e as vítimas eram pequenos comerciantes sem acesso a banco. Receita perfeita para uma tragédia — e, infelizmente, houve até relatos de desaparecimentos e suicídios.

Foto: SSP-PIOperação Macondo
Operação Macondo

Veja também: Operação Macondo: grupo de estrangeiros é alvo de ação contra agiotagem, lavagem de dinheiro e outros crimes financeiros

Fonte: Revista40graus, colaboradores e SSP-PI

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