Testosterona baixa: entenda os sintomas, riscos e formas de tratamento
Caso de Zé Felipe chama atenção para saúde hormonalO cantor Zé Felipe revelou recentemente que foi diagnosticado com queda nos níveis de testosterona, associada também a alterações no cortisol, hormônio ligado ao estresse. De forma descontraída, ele contou que recorreu a um implante hormonal conhecido como “chip” para equilibrar os níveis e melhorar sintomas como falta de energia e disposição.
Mas afinal, o quão grave pode ser a testosterona baixa? A resposta depende de cada caso, mas o tema merece atenção. A testosterona é um dos principais hormônios do corpo humano, especialmente nos homens, onde exerce funções fundamentais como o desenvolvimento de características físicas masculinas, manutenção da massa muscular, produção de espermatozoides, regulação do humor e da libido.
Quando os níveis estão abaixo do ideal, podem surgir sintomas como cansaço excessivo, desânimo, redução do desejo sexual, dificuldade de concentração, perda de massa muscular e até alterações emocionais, como irritabilidade ou tristeza. Em casos mais prolongados, a deficiência pode impactar a saúde óssea e aumentar o risco de doenças metabólicas.
Embora seja mais associada ao organismo masculino, a testosterona também é importante para as mulheres. Em menor quantidade, ela contribui para a saúde dos ossos, o equilíbrio hormonal e a libido. Alterações nesse hormônio também podem gerar impactos no bem-estar feminino.
Entre as principais causas da queda de testosterona estão o envelhecimento natural, noites mal dormidas, estresse elevado, sedentarismo, obesidade e algumas condições médicas. O aumento do cortisol como citado por Zé Felipe pode, inclusive, interferir diretamente na produção hormonal, criando um efeito em cadeia no organismo.
O tratamento varia conforme o diagnóstico. Pode incluir mudanças no estilo de vida, como melhora da qualidade do sono, prática de atividades físicas e alimentação equilibrada. Em alguns casos, médicos indicam reposição hormonal, que pode ser feita por meio de injeções, géis ou implantes — sempre com acompanhamento profissional, já que o uso inadequado pode trazer riscos.
A principal orientação é evitar a automedicação. Alterações hormonais devem ser investigadas por especialistas, com exames laboratoriais e avaliação clínica. O acompanhamento adequado garante não apenas a melhora dos sintomas, mas também a segurança no tratamento.
O tema, que ganhou visibilidade com o relato do cantor, reforça a importância de cuidar da saúde de forma integral incluindo o equilíbrio hormonal, que tem impacto direto na qualidade de vida.
Fonte: Revista40graus, mídias, redes sociais e colaboradores
